sábado, fevereiro 05, 2011

Quando se confia, não há volta a dar. Ou se confia ou não se confia. Normalmente, escolho a primeira hipótese, sobretudo se gostar muito de alguém (seja em que situação for). Não me arrependo de dar esse passo, não faria de outra maneira em nenhumas das situações em que o fiz, em tudo o que fiz. Mas gostava de ter confiado menos, gostava de ter gostado menos. E não estava agora a escrever sobre isso e a pensar em como se instalou um pequeno grande gelo em mim.

4 comentários:

Pinha disse...

apoio e sublinho por baixo (suspiros)

Isobel disse...

:/ é o risco de se estar vivo e viver o que dá na gana, né?

Lorena disse...

Não poderíamos sentir nem ser nada,se pudessemos passar as experiências menos boas..
Confia , confia sempre que o teu coração disser.... O depois....Logo se verá como se irá resolver

Isobel disse...

sabendo disso, corro sempre o risco sem pensar... este é o depois, daí a reflexão..