quarta-feira, novembro 12, 2008

Relações Interpessoais

Sem querer generalizar, às vezes tenho a sensação de que os engenheiros têm um limite de Q.I. na admissão ao curso superior. Parece que as normas de acesso não se regem pelas notas mas pelo quociente de inteligência, sendo que o tecto máximo deve ser a média de Q.I. da generalidade dos seres humanos.

6 comentários:

The Invisible Girl disse...

Na qualidade de engenheira sinto-me ofendida. :P
Vá conta lá porque pensas assim?
Nao concordo lá muito, mas nao sei onde queres chegar :)

Há muita gente que até entrar entra, mas primeiro que consiga acabar (ou não consiga) já tem muito que se lhe diga. Não admira que as notas de entrada destes cursos sejam tão miseráveis. No nosso tempo é que era. O curso que queria tinha media de 16,4. Agora olho e nem chega aos 13 :( Tristeza...

E conhecendo o funcionamento da ordem dos engenheiros é natural que assim penses.

(em jeito de desabafo)
Uma ordem que diferencia os engenheiros de acordo com o tipo de engenharia e a universidade de onde saem só com base em "amizadices" é nojento. Não conheço outra ordem onde uns pertencem automaticamente e os outros (o lixo) necessitam de fazer exame de admissão. Ou faziam todos ou nenhuns. Merdosos!

Isobel disse...

Loool! Claro que o comentário não era para ti mas sabes que a maior parte dos engenheiros são um bocado fracos da cabeça...
No meu caso, lido com a malta das obras, não é? :D
E irrita-me a falta de rigor e o lambe-cu latente naquele meio... para além da falta de inteligência mas não posso falar aqui porque são situações reais e demasiado ridículas para contar :D Anedotas tipo: quantas engenheiras são precisas para levantar um estore?
E mais não digo :P
As médias desceram em todos os cursos, o que denota a falta de cabecinha em geral, nota-se bastante a diferença de conhecimentos de quem termina um curso agora e de quem terminava quando entrava com média de 16... não tem nada a ver, como tu sabes.
Quanto à ordem, bem... se começo a comentar, rebento. É esse espírito que me mete raiva, não há justiça, só cunha. Por isso, quando vejo gente mais nova que eu a entrar no jogo, dá-me vómitos.... talvez por isso é que não sou muito bem vista, não é? Recuso-me a aceitar estas coisas e no trabalho onde estou hoje aturei muita merda mas também disse sempre tudo aquilo que pensava.E quem quiser, quer, quem não quiser, mande embora.
Portanto, estes moços e moças, para além de bajuladores e perpetuadores de toda uma série contínua de lambe-cus, ainda são um pedacinho burros - não fazem ideia do que é a arqueologia, por exemplo, dão calinadas porque simplesmente se estão a cagar para ler os relatórios. Para além de outros pormenores, dentro do estilo da anedota :D
E, claro, os engenheiros não são todos iguais mas os das obras de construção, pelo menos, são "diferentes"...

The Invisible Girl disse...

E, claro, os engenheiros não são todos iguais mas os das obras de construção, pelo menos, são "diferentes"...

Tens toda a razão!
É como se outras engenharias fossem paisagem (isto para a ordem) e diga-se de passagem que são os mais borregos porque são aqueles que têm tudo de mão beijada e dão mau nome :(

Isobel disse...

Acredito que sim, sei que as pessoas da Engenharia do Ambiente, por exemplo, são uns dos parentes pobres..
Como tudo o que está ligado à construção é, de alguma forma, beneficiado..
Também não concordo com nada disso, cada engenheiro tem a sua área de actuação e todas elas com a mesma importância.
E se dão mau nome... bolas! São uns cromos..

paperdoll disse...

sem querer generalizar... tenho que te dar razão! :)
por outro lado, conheço pessoas em cursos de saúde (nomeadamente enfermagem e medicina), que são muito burras. mesmo burras. no entanto, decoram bem a matéria e isso é o que importa.

Isobel disse...

Que triste, não é? Não se beneficiar o jeito e o gosto, a capacidade de pensar..
E ser-se um médico ou enfermeiro mau.. bem, a responsabilidade é muito maior, lida-se directamente com pessoas.
É certo que também se tem de marrar e tal mas ser-se médico ou enfermeiro é ser-se uma pessoa "maior" que as outras, se é que me faço perceber...