Segunda-feira, Julho 13, 2009

We can play it safe, or play it cool
Follow the leader, or make up all the rules
Whatever you want, the choice is yours
So choose

The Gossip - Heavy Cross

Mais 5000 cabeças de gado

Maior número de vagas no Ensino Superior = Maior investimento do Estado


LOOOL!

é que só me ocorre mesmo isto.

Diálogos submersos

- Precisava que me dissesses coisas do futuro.
- e não digo?
- Não, dizes-me palavras esperançosas sobre um passado imperfeito.

Sábado, Julho 11, 2009

O som do silêncio

Quando nos habituamos a estar em silêncio, queremos sempre mais, até nos calarmos de vez e ser quase impossível separar as mandíbulas para articular sons.

Os cameo de Hitchcock

Para quem gosta de Hitchcock e adorava ter uma lista das suas aparições nos filmes, a Empire Magazine criou uma base de dados para isso mesmo. Tem imagem a acompanhar cada um dos cameo e pode aceder-se aqui.

Sábado, Julho 04, 2009

A arte de bem parlamentariar. Olé!

O gesto explicado aos estrangeiros. A latinidade não se explica, sente-se.

Quinta-feira, Julho 02, 2009

SuperVixens

Pronto, comecei pelas SuperVixens e estou em crer que vou ver a obra toda do Russ Meyer. Isto é qualidade. Toda a gente tem mamas gigantes e está sempre cheia de vontade de ter sexo mas são as mulheres que comandam tudo. O homem da quinta tem uma mulher austríaca ninfomaníaca, o tipo da boleia tem uma namorada louca por homens (todos!), a miúda que vai abastecer o carro quer montar o Clint. Enfim, a parvoíce não tem fim mas, no fundo, existe moralidade e história em SuperVixens, para além de uma grande dose de demência e imaginação. Boa música, diálogos delirantes, é uma verdadeira delícia!

A marca Bimbo tem um pão tradicional que provei há bocado. É bom mas a receita deve ser tradicional praí da Nova Zelândia ou das Ilhas Salomão porque tem quinoa e kamut.

E digo mais: dá gosto, quando me movo no meio dos zombies aqui no Montijo, ouvir alguém que faz alguma coisa com convicção e que arranca a pele a cantar. Aqui é uma ofensa ter vida.

The Gossip - Heavy Cross

Porque isto é muito bom e porque quando ponho isto a tocar no carro fico maluca e grito a toda a gente que se atravessa no meu caminho.

A vida em cor-de-rosa

Quarta-feira, Julho 01, 2009

É para embrulhar, faxavor, ó chefe!

Este é o país da TVI e do Correio da Manhã, porque é que nos andamos todos a chatear com picuinhices?

Faltam-me estradas, faltam-me avenidas

É verdade que não cá estou, que me ausentei. Não sei há quanto tempo isso foi. Sei que não estou e não atendo chamadas nem chamamentos. Ausentei-me para parte incerta enquanto limava as unhas e cuspia para o chão o fluido excessivo gerado pelo tabaco e pelo álcool. Decadência, inconstância, impertinência, nervosismo. Características indesejadas mas presentes.

Alive and not kicking too much

A ausência de comunicação aqui no blogue é inversamente proporcional à quantidade de dúvidas existenciais e depurações internas que estou a sofrer. Como a lenga-lenga é sempre a mesma, já nem me dou ao trabalho de o escrever.
Estou viva, apesar de desgastada, anseio por algo que não conheço e que só me pode chegar de surpresa e só quero voltar a ter a impiedade de sentimentos que tinha - porque está a ficar cada vez mais difícil de mostrar sentimentos, há muito desperdício e aproveitamento indevido.

Terça-feira, Junho 30, 2009

Palavras alheias consentidas

Não é possivel acender palavras

quando não se tem

pensamentos de fogo.

(Roseli Sousa)

Domingo, Junho 21, 2009

Joana Vasconcelos

Ontem foi dia de Bordaliana, exposição de Joana Vasconcelos patente na Fundação PMLJ, ali perto do Marquês de Pombal. É de aproveitar, a entrada é gratuita e as peças vão estar expostas até dia 11 de Julho. Joana Vasconcelos recorre ao imaginário de outros tempos - antigos, embora próximos de muitos de nós, sobretudo por reminiscências de pais e avós -, imprimindo uma marca de modernidade e individualidade. Todas as peças são cerâmicas vidradas Bordalo Pinheiro envoltas nas tradicionais rendas, que caracterizam uma das vertentes do trabalho de Joana. Resulta, ao mesmo tempo, uma nota de passado mas com intenção de revalorizar e individualizar. Não é preciso tecer mais elogios porque o trabalho da artista fala por si.

Na foto (tirada por mim): ¡Olé!!! (2009)
Faiança Rafael Bordalo Pinheiro pintada a acrílico,
renda de bilros e croché em algodão feito à mão
Dimensões: 65x54x61cm
(a partir do catálogo da Exposição,
comissariada por Miguel Amado)

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